domingo, 3 de abril de 2011

Vídeos resumindo a Lei de Introdução ao Código Civil

Escravidão no Brasil II

Como falava dos Castigos no post anterior começarei minha abordagem por este tema. Logo após açoitados os escravos eram colocados de bruços para que não tenham uma hemorragia. Logo em seguida era jogado sobre as feridas uma mistura de sal, vinagre ou pimenta malagueta. Naquele tempo não tinham antibióticos e este risco de infecção generalizada era grande, e nenhum senhor gostaria de ter um prejuízo com a morte de um escravo Fujão. Outro detalhe em relação aos castigos, o negro que fugia de seu senhor era colocado em um pelourinho e era lá que ele recebia seu castigo. Este ato que constrangia os mesmo perdurou por muito e muitos anos. Imagino como tais negros eram tratados, e como sofreram para se adequarem aos costumes Portugueses e imagino também o medo que os portugueses tinham de uma revolução escravista. O Português hoje deveria se envergonhar por deixar este sistema econômico durar por tanto tempo no Brasil. O Brasil foi um dos últimos países  a abolir a escravatura. E quando digo em abolição, deixo de lado todo aquela exaltação a Princesa Isabel que o ensino Médio nos impõe. A abolição no Brasil só ocorreu por causa de uma Pressão Européia exercida sobre a colônia para que deixasse de usar o escravismo como modelo e econômico e passasse a usar do Capitalismo. A Princesa Isabel não aboliu a escravatura, por gostar do negro e entender que o que eles faziam era contra os Direito Humanos. Fizeram por dois motivos: um foi pelo fato de a maioria dos países já terem se aderido ao capitalismo e que os mesmo precionavam o Brasil para fazer o mesmo; e o outro foi porque os portugueses já estavam com medo de que os negros vendo o que estava acontecendo pela Europa se rebelassem contra eles e extinguissem  a raça branca do Brasil.Imagine 4 milhões de negros contra 200 mil portugueses, quem ganharia? Então deixo pra vocês o seguinte pensamento: O negro sofreu  muito e sofre até hoje com o preconceito racial. O governo estipulou as cotas raciais para tentar amenizar o sofrimento dos negros só que com isso só dissolveu ainda mais o preconceito racial colocando o negro como um ser incapaz e inferior ao branco. Por último um fato muito interessante que Laurentino Gomes coloca em seu Livro 1808 é o apoio da Igreja Católica naquele período. Padres, Monges e Frades também tinham escravos e utilizavam das mesmas formas de castigo e repressão para com os mesmos. Pessoal é isto todo meu post foi  baseado no Capitulo 20 do livro 1808 do Laurentino Gomes aqueles que tiverem condição leiam este livro para que possamos entender um pouco da história do nosso país. 

sábado, 2 de abril de 2011

Escravidão no Brasil

O sistema econômico escravista vinha gerando enormes riquezas para os produtores e senhores feudais. O sistema vinha se fortalecendo e cada vez mais chegavam mais negros para serem vendidos e escravizados no Brasil. Quando a corte Portuguesa veio para o Brasil em 1808, fugida de Napoleão, este sistema passou  a exercer maior força aqui no Brasil. O negro era extremamente desvalorizado e classificado como um animal, e para provar isto cito um trecho de um ótimo livro chamado "1808", do Laurentino Gomes: "Uma forma muito comum de avaliar o preço de um escravo no Rio de Janeiro (Capital do Brasil naquela época) era compará-lo ao de um animal de carga. Do ponto de vista dos seus donos, a comparação fazia todo o sentido". Toda a forma de tratamento do negro na escravidão era extremamente muito humilhante. Desde quando os mesmo eram trazidos da África, transportados sob condições desumanas, e quando eram obrigados a deixar seus futuros senhores os apalparem para ver se tinham condições para o trabalho escravo. O mais difícil e revoltante é sabermos que os negros que vieram para o Brasil eram vendidos pelos seus próprios conterrâneos na África e que no ano de 1808 o numero de escravos no Brasil passava de 4 Milhões. Ainda fico me perguntando de como naquela os negros não se juntavam e se rebelavam contra o sistema escravista. Uma coisa não podemos negar o Branco desde sempre se achou no direito de ser Superior ao negro. Um absurdo deste período era a forma com que os Escravos eram castigados. Existiam três formas de  castigos: a dos instrumentos de captura e contenção, máscaras de folha de flanders e a surra. Nas surras eram usados, chicotes o tronco e os grilhões. Mais quando cabia tais severas penas? Quando os escravos desrespeitavam  o crime mais grave depois do homicídio na época que era a fuga. quando um escravo fugia era açoitado e levava entre 50  e 200 chibatadas conforme a bondade do seu senhor. Para este post não ficar muito extenso e você leitor não se entediar irei continuar esta abordagem em outro post.

domingo, 27 de março de 2011

Estratificação Social

Meus Companheiros e Companheiras, o primeiro post desta semana, vai sobre a Estratificação Social. É muito importante para todos nós conhecer-mos e entender-mos a sociedade de uma forma geral. A estratificação é a divisão de grupos de indivíduos e grupos em camadas. É a famosa divisão  da sociedade, que é feita para dar status a sociedade ou rotular os seres humanos. Existe desde os primórdios da sociedade onde prevalecia o que era mais forte e sempre o mais forte dominava o mais fraco. Um exemplo bem claro e bem primário é a estratificação pelo sexo. Teve suas origens no sistema Patriarcal, onde o homem em condição de se colocar acima da mulher a explorava e não  a tratava com seu devido respeito. A Estratificação por sexo foi extinta somente com o fim da Segunda Grande Guerra onde movimento feministas insatisfeitos se rebelaram e lutaram pela igualdade dos sexos. Se pensarmos na estratificação social veremos um enorme ato inconstitucional na nossa  Carta Magna, pois a nossa Lei nos garante a Igualdade perante a Lei. Temos também outras formas de estratificação que é a Generacional, que toma por critério as gerações e a faixa etária. E por ultimo e não menos importante, temos a estratificação em Castas ou classe sociais(já citada acima), é a mais comum. A sociedade se organiza por base no poder econômico ou de tradição. Prometo a todos que durante esta semana postarei mais sobre a Estratificação abordando todos os seus desdobramentos.

Naturalistas ou Contratualistas?

Já paramos para pensar o motivo pela qual nos aproxima-mos uns dos outros? Será que somos pessoas que se relacionam por necessidade ou por conveniência? Pessoal  esse post vai baseado em um trabalho proposto em sala de aula pelo Prof°Dalmo Henrique Branquinho, que foi de grande valia para entender-mos o surgimento da sociedade e conseqüentemente contribui muito para a criação do estado. A primeira teoria abordada foi  a Naturalista, que teve como um dos principais defensores Aristóteles, que argumentava na seguinte linha de pensamento: "o homem é naturalmente um animal político". Para Aristóteles o ser humano só viveria isolado quando fosse submetido a constrangimento. A teoria Naturalista se coloca favorável à idéia da sociedade natural, se relacionar por necessidade, é como se existisse uma força que faria com que as pessoas não conseguissem viver sozinhos e se relacionassem por um impulso associativo natural. A teoria contratualista, prega a aproximação dos seres humanos por interesse ou somente para se auto-beneficiar. É uma teoria defendida principalmente  por Montesquieu e Rousseau. É uma teoria que nega que a aproximação das pessoas ocorra de forma natural caracterizado pela vontade humana baseada somente em beneficio e "status" social. E ai você é Naturalista ou  Contratualista? Responda esta pergunta todos os dias que você irá entender seus atos perante a sociedade.(Bibliografia:  Dallari, Dalmo de Abreu - Elementos de Teoria Geral do Estado - Ed. Saraiva)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Economia - Teoria do Valor Utilidade

Gente nesta semana eu e meu grupo, iremos apresentar um trabalho de Economia sobre o Valor Utilidade. A teoria consiste basicamente no pensamento de que o valor de um determinado produto é baseado na necessidade e satisfação que elas proporcionam aos consumidores. É muito simples  "O Consumidor faz o preço da Mercadoria". Portanto, nesta teoria, a distinção entre valor de uso e valor de troca não tem sentido, visto que os preços relativos são determinados a partir de uma concessão subjetiva do valor. Contribuíram para tal teoria os seguintes pensadores: Adam Smith, David Ricardo e Karl Marx. Por esta teoria o preço de uma mercadoria reproduz a quantidade de tempo de trabalho nela colocado, sendo o trabalho o único elemento que realmente gera valor. Num exemplo clássico entre os teóricos do valor-trabalho, a razão porque um diamante é mais valioso que um copo de água é porque dá, em média, mais trabalho, encontrar e extrair um diamante do que um copo de água. Mais e se inverter-mos a situação, se estivesse-mos em um deserto o que valeria mais para nós? Um copo com água ou uma pedra de Diamante? Com certeza na situação acima ficaria-mos com o copo de água(ou pelo menos 99% das pessoas) pois pensamos no maior bem que temos e que é assegurado pela Carta Magna no Art. 5°, Caput, e pagaria-mos qualquer preço para manter a nossa integridade física. É isso ai pessoal, durante a semana farei mais posts persuadindo o tema e espero que os ajudem.

Dicas de Leitura


Pessoal, durante a nossa jornada por aqui irei postar dicas de leitura de autores que sigo, e deixando já um espaço pra duvidas e discussões. Um grande escritor Americano que gosto bastante é chamado Jonh Grisham. John Grisham nasceu no Arkansas, em 1955. Formado em direito pela universidade do Mississípi, a atividade de advogado influenciou a temática de seus livros. Vários de seus romances tornaram-se filmes de sucesso. Um ótimo livro e um dos que eu mais gostei é chamado "A Firma" , que comparado ao filme se torna gigante em detalhes e claro é muito bom ter aquele gostinho de folhear um precioso livro e sentir a emoção dos capítulos deste suspense emocionante . Leiam e comentem. Abraços